sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Palmas: Prefeito e presidente do Impup reúnem-se com ministro das Cidades para discutir as etapas iniciais do BRT

10/12/2013 - Conexão Tocantins

Com o objetivo de apresentar e discutir as metas iniciais de execução do projeto Bus Rapid Transit (BRT), o prefeito de Palmas, Carlos Amastha, acompanhado do presidente do Instituto Municipal de Planejamento de Palmas (Impup), Luiz Masaru Hayakawa, se reúne nesta quarta-feira, 11, com o ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro, em Brasília.

De acordo com Masaru, o BRT além de inovador vai integrar as regiões Norte e Sul com mais segurança, economia e rapidez. "Este é o único projeto que integra os programas de habitação entre eles, o Minha Casa Minha Vida. Vai atender as demandas da cidade e solucionar os diversos problemas encontrados no transporte público coletivo", destacou o gestor da pasta.

Segundo o presidente, o projeto está incluso dentro do programa de mobilidade urbana do Governo Federal que anunciou em junho mais de R$ 50 bilhões para investimentos nesta área. Masaru destacou ainda a importância da inclusão de Palmas no programa.

"Palmas mesmo sendo uma capital, ainda não possui o número de habitantes necessário para ser incluída no programa, mas o prefeito conversou com a presidente Dilma e demais ministros que reconheceram a necessidade do BRT e os benefícios para os palmenses", afirmou

Outubro

Em outubro deste ano, o prefeito Carlos Amastha esteve reunido com a ministra do Planejamento, Miriam Belchior, e com a secretária substituta da Secretaria Nacional de Transporte e da Mobilidade Urbana do Ministério das Cidades, Isabel Sales, para apresentar os detalhes do projeto de mobilidade urbana da Capital e pleitear recursos para a execução do mesmo.

Novembro

Já no início de novembro, a analista de Infraestrutura do Ministério das Cidades, Railda Bitteencourt, esteve em Palmas para obter informações sobre o projeto (BRT). A visita técnica foi um pedido do secretário nacional de Transporte e Mobilidade, Júlio Eduardo Santos. Masaru levou a analista para conhecer avenidas em Taquaralto, Jardim Aureny I, II, III e IV; Taquari, Avenida Theotônio Segurado, Setor Bertaville e Santo Amaro que corresponde a parte do percurso onde o BRT será implantado. Outro local visitado foi o antigo terminal de ônibus ao lado do Rodoshopping.

Fonte: Conexão Tocantins

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Estações do BRT de Belém na avenida Almirante Barroso são removidas

06/10/2013 - G1

A Superintendência de Mobilidade Urbana de Belém (Semob), começou na noite da última quinta-feira (4) a retirar as paradas de ônibus que já haviam sido implantadas no trajeto do BRT na avenida Almirante Barroso.

Segundo a assessoria de imprensa do órgão, a retirada das paradas está sendo feita porque os abrigos foram feitos conforme o projeto do BRT da cidade de Curitiba e não estariam adequadas para o clima da capital paraense.

Ainda segundo a assessoria, todas as paradas serão devolvidas para empresa que as projetou e novas serão fabricadas.

BRT em Belém

O objetivo do sistema BRT (Bus Rapid Transit) é reduzir o tempo de viagem em até 60% e desafogar o trânsito de Belém nas avenidas Almirante Barroso e Augusto Montenegro. Quando concluído, o projeto vai ligar Icoaraci até o mercado de São Brás.

O projeto está orçado em cerca de R$ 400 milhões. As obras começaram em janeiro de 2012 na avenida Almirante Barroso, que ganhou uma via expressa por onde os ônibus do BRT vão passar.

Informações: G1 Pará

sábado, 27 de julho de 2013

Manaus vai reformar plataformas do sistema Expresso para instalar BRS

18/06/2013 - Portal Amazônia

O antigo sistema de transporte coletivo Expresso vai servir de base para instalação do novo modelo de transporte público de Manaus, o Bus Rapid System (BRS). A Prefeitura vai reformar, ainda em julho, 29 plataformas do Expresso para usar quando o BRS estiver em operação, em até três anos e meio. A informação é do prefeito de Manaus, Arthur Neto.

Plataforma do sistema de transpote público Expresso, na Avenida Constantino Nery. Foto: Diego Oliveira/ Portal Amazônia

O prefeito adiantou que a reforma de 13 plataformas nas avenidas Constantino Nery e Torquato Tapajós começam dia 2 de julho. A obra em outras 16 plataformas nas zonas Norte e Leste inicia até o final de julho.

Os usuários do sistema de transporte coletivo da capital do Amazonas vão ganhar 200 novos abrigos de ônibus. Cem destes abrigos serão erguidos até dezembro deste ano. Arthur disse, também, que os terminais de ônibus 1 (da Avenida Constantino Nery) e 2 (da Avenida Manicoré) serão desativados – ainda sem data definida. Os outros três terminais da cidade serão reformados no segundo semestre.

O terminal de ônibus 5 é o único com data acertada para começar a reforma: 2 de julho. "A meta é não parar as obras e realizar as mudanças de maior porte durante o período noturno para evitar transtornos", afirmou Arthur, completando que o terminal de ônibus localizado na praça Matriz, no Centro da cidade, terá "melhoria provisória".

As mudanças no sistema contemplam ainda a forma de compra de crédito para pagar a tarifa. Em seis meses, conforme estimativa da Prefeitura, será possível carregar créditos dos cartões de ônibus dentro dos próprios veículos. Hoje, a recarga ocorre em locais específicos, como nos terminais de ônibus.

sexta-feira, 31 de maio de 2013

Belém: Obras do BRT recomeçam na segunda-feira

31/05/2013 - O Liberal - Pará

As obras de construção do BRT devem recomeçar na segunda-feira, 3, com ordem de serviço emitida pela Prefeitura Municipal de Belém para o reinício dos trabalhos na avenida Almirante Barroso, que seguirão sob a responsabilidade da empresa Andrade Gutierrez. O projeto, herdado da gestão anterior, passou por ajustes para finalmente conseguir financiamentos. A Caixa já havia disponibilizado R$ 314 milhões, com R$ 62,8 milhões de contrapartida da PMB. O Governo do Estado forneceu mais R$ 38 milhões e o Orçamento Geral da União (OGU) acrescentou R$ 100 milhões. A meta é concluir a obra até o final do ano, mas já liberar o complexo viário do Entroncamento até o Círio. Havia uma proposta de iniciar uma operação experimental de transição e adaptação em setembro, mas essa é uma medida ainda incerta.

A Coordenadoria de Comunicação Social da PMB (Comus) informou que o atraso no reinício das obras se deu pela necessidade de ajustes no projeto e negociações de pagamento com a construtora responsável. O prefeito Zenaldo Coutinho assumiu a gestão, no início do ano, com a urgência de entregar o BRT, mas esbarrou numa dívida de R$ 56 milhões deixada pela administração de Duciomar Costa e ausência de recursos. Os 12 projetos enviados para análise da Caixa foram recusados e o financiamento não saiu.

Além de garantir o financiamento, o banco também concedeu mais R$ 1 milhão, num termo de cooperação técnica, para a elaboração de dois projetos extras: o BRT de São Brás ao centro de Belém e da entrada de Icoaraci até a orla do distrito (esse com integração com o futuro terminal hidroviário). O projeto do terminal hidroviário deverá ser concluído até o final do ano para entrar no orçamento municipal de 2014. As obras na avenida Augusto Montenegro são as que usarão o recurso de R$ 100 milhões do OGU, mas uma nova licitação será feita e a Andrade Gutierrez deverá apenas concluir o trecho Entroncamento-São Brás. Por enquanto ainda não há definição sobre as obras na Augusto Montenegro.

Nesses ajustes, há detalhes jurídicos que também estão sendo criteriosamente trabalhados, como informou a Comus. Entre eles a supressão de serviços contratados na gestão anterior e a inclusão de outros pela atual gestão. O titular da Secretaria Municipal de Urbanismo (Seurb), Eduardo Leão, estima que a PMB entregará o trecho completo Entroncamento-São Brás até o mês de dezembro. "Mas vamos fazer um esforço grande já para liberar o Entroncamento já para o Círio", adiantou. Na próxima semana, somente, deverá ser definido se as muretas de concreto serão removidas ou não.

Projeto do vereador Mauro Freitas (PSDC, líder do Governo na Câmara Municipal de Belém) pode batizar o BRT de "Juscelino Kubitschek", em homenagem ao ex-presidente que criou a Belém-Brasília, considerada pelo parlamentar como uma das obras mais importantes para a capital paraense.

domingo, 12 de maio de 2013

Em Manaus (AM) Monotrilho e BRT só no papel

12/05/2013 - Portal A Crítica

Obras do monotrilho e do BRT, que deveriam estar concluídas até a realização da Copa do Mundo, em 2014, sequer iniciaram

Lúcio Pinheiro

A um ano da Copa do Mundo da Fifa, nada do legado prometido pelas autoridades públicas para a melhoria da mobilidade urbana em Manaus saiu do papel. Obras como o monotrilho e o BRT (Bus Rapid Transit), usadas a exaustão para embalar o sonho dos manauaras em ter um transporte público de melhor qualidade, foram até retiradas da Matriz de Responsabilidade do Governo do Amazonas e da Prefeitura de Manaus para o evento.

Vendido em 2009 pelo então governador Eduardo Braga (PMDB) como um dos projetos carro-chefe para que Manaus figurasse como subsede da Copa, o monotrilho deveria entrar em operação em dezembro deste ano. A obra, tachada por opositores como o ex-prefeito Amazonino Mendes (PDT) de "inexequível", previa a construção de uma linha partindo da Norte ao Centro de Manaus.

O BRT, proposta defendida pelo ex-prefeito Amazonino Mendes, previa a construção de corredores exclusivos para ônibus que ligaria a Zona Leste ao Centro de Manaus. Segundo a Matriz de Responsabilidades para a Copa 2014, as obras do BRT deveriam ter iniciado em dezembro de 2011, e concluídas em março de 2014. O custo do projeto aos cofres públicos foi estimado em R$ 260 milhões.

O monotrilho, orçado inicialmente em R$ 1,4 bilhão, tinha o mês de março de 2010 como data para iniciar as obras. E deveria ser concluído em dezembro de 2013. Tão logo o Governo do Amazonas licitou a obra, em março de 2011, o Tribunal de Contas da União (TCU) e a Controladoria Geral da União (CGU) identificaram irregularidades no edital da licitação e falhas nos projetos básicos.

Também em 2011, a CGU detectou problemas no projeto do BRT. Segundo o órgão, o sistema de corredores de ônibus da prefeitura passava pela mesma localidade do monotrilho, com pontos de paradas previstos até para os mesmos locais. O problema, que para o órgão significava que os projetos não estavam sendo pensados de forma integrada, foi um dos fatores que impediram a Caixa Econômica Federal de liberar o financiamento de R$ 194,7 milhões para o município.

Diante dos entraves para obter os recursos e tirar do papel o monotrilho e o BRT, o Governo do Amazonas e a Prefeitura de Manaus pediram do Governo Federal, em 2012, para retirar as duas obras da Matriz de Responsabilidade da Copa.

Tanto o Governo do Estado quanto a Prefeitura de Manaus defendem que, mesmo não servindo à população até a Copa de 2014, monotrilho e o BRT podem, sim, ser considerados legados que o evento vai deixar para a cidade. O argumento é que as obras saíram da agenda da Copa, mas não da agenda do Governo Federal, que garantiu recursos para os dois projetos saírem do papel até 2016.

Estágio atual dos projetos

Monotrilho e BRT saíram da Matriz de Responsabilidade da Copa e migraram para a Programação de Aceleração do Crescimento (PAC 2).

O projeto do monotrilho está na fase de sondagem do solo nas avenidas Torquato Tapajós, Constantino Nery e Max Teixeira. Segundo o governo, o estudo é para definir o tipo de tecnologia de engenharia civil que será utilizada na construção. O consórcio Monotrilho Manaus (CR Almeida, Mendes Júnior e Scomi) é responsável pela execução da obra.

A obra do BRT tem previsão para iniciar com a chegada do verão, no segundo semestre de 2013. O projeto terá financiamento do Governo do Amazonas, segundo a UGP Copa. O serviço está licitado e será executado pela construtora Construbase, com orçamento de R$ 260 milhões.

A previsão de entrega das obras do monotrilho e do BRT é 2016. Segundo o Governo do Amazonas, o monotrilho terá 20,2 quilômetros de extensão e capacidade para transportar até 25 mil passageiros por hora em cada sentido.

O traçado do BRT vai da zona Leste ao Centro da cidade em uma pista isolada. A prefeitura defende que o modelo aumentará a velocidade média do deslocamento em relação ao transporte coletivo convencional.

Três perguntas para Miguel Capobiango Coord. da Unid. Gest. do Projeto Copa (UGP Copa)

Quais entraves inviabilizaram a conclusão dos projetos para a Copa?

O monotrilho enfrentou uma dificuldade relativa à própria novidade. É um sistema de transporte novo. Não temos nenhum no Brasil. Por conta desse caráter inovador, os próprios técnicos da Caixa Econômica levantaram uma série de questões que necessitavam de detalhamento dos projetistas. Esse trâmite demorou muito. É compreensível.

E o que aconteceu com o BRT (Bus Rapid Transit)?

Detalhamentos do projeto não estavam esclarecidos. Também demandou tempo junto à aprovação na Caixa Econômica Federal. Chegou a ser assinado contrato de financiamento ainda em 2012. Havia necessidade de contrapartida e a prefeitura não tinha o aporte para essa contrapartida na ocasião. Por isso não foi feito o convênio.

O que tem de concreto hoje sobre os projetos do monotrilho e do BRT?

No monotrilho, a sondagem de solo para poder dimensionar as estacas e verificar as interferências com tubulações que existem ali embaixo. É um trabalho muito demorado. Isso é uma etapa do projeto executivo. O BRT foi licitado e homologado. Só não foi contratado ainda porque precisa de um convênio entre o Estado e a prefeitura para que seja aberto orçamento. O convênio está sendo trabalhado entre a PGE e a PGM.

Comentário

Bernardo MonteiroCoord. UGP Copa do Município

'Temos que fazer o que é possível'

"Os fatos que levaram a Prefeitura de Manaus a não executar o BRT na gestão passada não cabe a mim explicar. Acho que agora é importante destacar que pelo fato da obra está no PAC da Copa, conseguimos obter o financiamento. E mesmo deslocada para o PAC normal, os recursos estão garantidos. Para a Copa do Mundo, o eixo do traçado do BRT não está dentro da área do plano de mobilidade. O turista chega ao aeroporto, vai à Arena da Amazônia assistir aos jogos, de lá vai conhecer o Centro antigo e de lá vai a Fan Fest da Ponta Negra. Esse quadrilátero, perímetro, é o que vai ser mais utilizado nos eventos da Copa. E esse não é o traçado do BRT. Então, a Prefeitura de Manaus está elaborando projetos para cuidar da requalificação urbana para a Copa nesse trajeto. É importante destacar que essa gestão assumiu a prefeitura agora em 2013. Temos que fazer o que é possível dentro desse período. O prefeito anunciou pacote de intervenções recentemente e Manaus vai se transformar num canteiro de obras. Essa gestão fará o máximo para requalificar as principais ruas e avenidas. É possível fazer tudo? Não. Mas tentaremos dentro das nossas possibilidades". (www.facebook.com/nf365)

domingo, 14 de abril de 2013

Governo do Pará inicia contratação de consultoria internacional para o BRT

13/04/2013 - Governo PA

O Núcleo de Gerenciamento de Transporte Metropolitano (NGTM) realizou nesta quinta-feira (11), a abertura da pré-qualificação das empresas interessadas em participar do processo de licitação da consultoria que irá elaborar serviços técnicos especializados das obras do BRT (Bus Rapid Transit) Metropolitano. A consultoria vai atuar nos projetos relativos à elaboração de estudos e projetos executivos de infraestrutura física, de modelo de gestão, de plano operacional e de sistema de controle operacional do corredor BR-316.


Os consórcios Ecoplan-NK- Planservi, Troncal Belém e Ductor-Setepla foram os grupos que apresentaram propostas. Após o recebimento dos documentos, a Comissão Especial de Licitação do NGTM fará a análise dos mesmos para saber quais consórcios estão habilitadas a continuar no processo licitatório, que será iniciado imediatamente após a pré-qualificação.

"Esta é uma etapa fundamental, pois dá início ao processo de contratação da Consultoria Internacional para implantarmos o BRT Metropolitano, que irá integrar os municípios da Região Metropolitana de Belém e contribuir para melhorar a qualidade de vida das pessoas, especialmente aquelas que necessitam do transporte público para se deslocar. Esse projeto é um compromisso de campanha que está sendo concretizado pelo governador Simão Jatene", explicou Cesar Meira, diretor geral do NGTM.

Cesar Meira explicou que por se tratar de recursos externos, a concorrência é internacional e tem por objeto fazer uma pré-seleção de empresas que participarão da licitação para elaboração dos projetos executivos da infraestrutura do BRT e os estudos das linhas desse novo sistema e, ainda, gerenciar as obras dessa infraestrutura.

Atividades

De acordo com o planejamento do NGTM, quando concluído todo o processo licitatório, o prazo previsto para a prestação dos serviços da Consultoria Geral será de 41 meses. Os serviços deverão ser iniciados em até 10 dias a partir da data de emissão da Ordem de Serviço pelo NGTM.

Entre as atividades, a vencedora, além de elaborar estudos e projetos, irá exercer atividades de gerenciamento geral e de obras do Corredor BR-316. Dessa forma, a contratada deverá estar apta para exercer todas as tarefas técnicas e administrativas que lhe forem conferidas pelo NGTM, de forma a assegurar a execução do projeto nos termos contratados. Outro requisito é que a empresa tenha condições plenas de alocar pessoal qualificado próprio em todos os níveis solicitados pelo governo, bem como os equipamentos necessários para o desenvolvimento das atividades.

O Governo do Estado, por meio do NGTM, publicou o edital de Pré-Qualificação nos jornais de grande circulação da cidade, e por se tratar de uma licitação internacional, também foi publicado na Folha de São Paulo, no Diário Oficial da União e no jornal americano Financial Times. O edital especificou as exigências que a contratada deve apresentar em termos de qualificação de pessoal, experiência, produtos e estrutura necessários para o desenvolvimento do trabalho.

O Ação Metrópole, projeto de desenvolvimento urbano do governo do Estado, é desenvolvido em parceria com a Agência de Cooperação Internacional do Japão (Jica) desde 1990. Em, 2013, a Jica, através de uma grande parceria com o Governo do Pará, também passou a ser financiadora do projeto. O BRT Metropolitano será dotado de terminal de integração em Marituba e estação de integração em Ananindeua, que permitirão integração físico-tarifária entre linhas do serviço alimentador e troncal.

O projeto contempla, ainda, viaduto de acesso ao terminal de integração; garagem de ônibus adjacente ao terminal de integração e, ao longo do km 0 ao 10 da rodovia BR-316, canaleta exclusiva, com pontos de parada em plataforma nivelada com o piso do BRT, passarelas de acesso a esses pontos de parada, além de ciclovia e calçadas. Com ônibus de 20m de comprimento para 200 passageiros, o sistema elevará a capacidade do corredor da BR-316 de 24 mil passageiros por hora no horário de pico por sentido para 48 mil passageiros.

Com a implantação do Ação Metrópole, a RMB, composta pelos municípios de Belém, Ananindeua, Marituba, Benevides, Santa Bárbara do Pará e Santa Izabel do Pará será integrada através do transporte público. Outro benefício do projeto é a redução de gás carbônico da natureza por meio da redução de veículos, somada a utilização de biocombustível, dessa forma, o projeto também contribuirá para uma melhor qualidade de vida das pessoas.

Informações: Governo do Estado

domingo, 31 de março de 2013

Palmas - TO

Foto:Marcelo Almirante. Março/2013.

sábado, 30 de março de 2013

Em Manaus, obras em paradas do Expresso incluem o BRT, diz SMTU

23/03/2013 - G1

A reforma dos terminais de ônibus pode não ser a única mudança na estrutura do transporte coletivo em Manaus para este semestre. O titular da Superintendência Municipal de Transportes Urbanos (SMTU), Pedro Carvalho, confirmou ao G1 que o órgão está finalizando um projeto de reparação das 51 paradas do antigo 'Expresso' – sistema de transporte idealizado na gestão do ex-prefeito de Manaus Alfredo Nascimento -, que deve ser entregue à Secretaria Municipal de Infraestrutura e Habitação (Seminfh) em breve. A reforma já visa a futura implantação do sistema Bus Rapid Transit (BRT).

Segundo Carvalho, a estrutura principal desses locais ainda está conservada. "Mesmo sem o BRT durante a Copa de 2014, queremos finalizar essa obra até lá. Não é apenas uma mudança estética. O transporte público tem o mobiliário, mas também conta com a parte operacional, que estamos trabalhando para recuperar", explicou o titular do SMTU, acrescentando que a reforma dos abrigos do 'Expresso' terá a duração de, no máximo, seis meses.

Sobre a segurança do local, colocada em pauta após a morte de uma jovem de 17 anos em novembro de 2012, o superintendente foi enfático. "Em dez anos, só tivemos esse acidente. Qualquer sistema de embarque, seja ele metrô, monotrilho ou ônibus, possui risco. No caso dessas paradas, elas estão totalmente sem manutenção e algumas não têm rampa. É isso o que vamos modificar", esclareceu.

Além dos abrigos do 'Expresso' e dos terminais de ônibus, reformas nas paradas de vidro e de telhas também estão nos planos do SMTU. Segundo Pedro Carvalho, a estimativa do custo é de aproximadamente R$ 12 milhões, o que representaria R$ 6 milhões para os terminais, R$ 4 milhões para os canteiros centrais e R$ 2 milhões para os abrigos de telha – as mais de 360 estruturas de vidro de Manaus são resultado de concessão e não custam à Prefeitura. "Queremos também colocar novos abrigos, embora tenha uma dificuldade de espaço na cidade", disse o titular do SMTU.

Em Manaus, obras em paradas do 'Expresso' incluem o BRT, diz SMTU

25/03/2013 - G1

A reforma dos terminais de ônibus pode não ser a única mudança na estrutura do transporte coletivo em Manaus para este semestre. O titular da Superintendência Municipal de Transportes Urbanos (SMTU), Pedro Carvalho, confirmou ao G1 que o órgão está finalizando um projeto de reparação das 51 paradas do antigo 'Expresso' – sistema de transporte idealizado na gestão do ex-prefeito de Manaus Alfredo Nascimento -, que deve ser entregue à Secretaria Municipal de Infraestrutura e Habitação (Seminfh) em breve. A reforma já visa a futura implantação do sistema Bus Rapid Transit (BRT).

Foto: Camila Henriques

Segundo Carvalho, a estrutura principal desses locais ainda está conservada. "Mesmo sem o BRT durante a Copa de 2014, queremos finalizar essa obra até lá. Não é apenas uma mudança estética. O transporte público tem o mobiliário, mas também conta com a parte operacional, que estamos trabalhando para recuperar", explicou o titular do SMTU, acrescentando que a reforma dos abrigos do 'Expresso' terá a duração de, no máximo, seis meses.

Sobre a segurança do local, colocada em pauta após a morte de uma jovem de 17 anos em novembro de 2012, o superintendente foi enfático. "Em dez anos, só tivemos esse acidente. Qualquer sistema de embarque, seja ele metrô, monotrilho ou ônibus, possui risco. No caso dessas paradas, elas estão totalmente sem manutenção e algumas não têm rampa. É isso o que vamos modificar", esclareceu.

Além dos abrigos do 'Expresso' e dos terminais de ônibus, reformas nas paradas de vidro e de telhas também estão nos planos do SMTU. Segundo Pedro Carvalho, a estimativa do custo é de aproximadamente R$ 12 milhões, o que representaria R$ 6 milhões para os terminais, R$ 4 milhões para os canteiros centrais e R$ 2 milhões para os abrigos de telha – as mais de 360 estruturas de vidro de Manaus são resultado de concessão e não custam à Prefeitura. "Queremos também colocar novos abrigos, embora tenha uma dificuldade de espaço na cidade", disse o titular do SMTU.

por Camila Henriques
Do G1 AM

sexta-feira, 29 de março de 2013

BRT Belém terá primeira etapa pronta em agosto de 2013

26/03/2013 - ORM

A primeira etapa do BRT Belém, que vai do bairro de São Braz até o Entroncamento, correspondendo a 20% do projeto total, deverá ser concluída até o mês de agosto deste ano; já a obra integral deverá ser entregue até 2016, disse o prefeito de Belém, Zenaldo Coutinho, na tarde desta segunda-feira (25), em um hotel localizado no centro da cidade, onde participou de uma reunião da Frente Nacional dos Prefeitos.


A obra, que custará cerca de R$ 500 milhões, já recebeu investimento de R$ 314 milhões da Caixa Econômica Federal, deverá contar com mais R$ 100 milhões do Orçamento Geral da União e R$ 82 milhões da Prefeitura.

Segundo o prefeito tucano, o Ministério Público Federal, Ministério Público Estadual e Caixa Econômica Federal se unificaram para dar continuidade ao trabalho iniciado na gestão anterior. Depois da parceria, o projeto do BRT foi ampliado e agora será integrado ao projeto 'Ação Metrópole', do governo do estado, e terá a integração de várias modalidades de transporte, como o fluvial.

A segunda etapa do projeto, que vai do Entroncamento à orla de Icoaraci e de São Braz até o Ver-o-Peso, corresponde a 80% da empreitada.

Ache Belém com informações do ORM

sábado, 23 de março de 2013

Assinado acordo para viabilizar BRT em Belém

22/03/2013 - G1 PA

A Prefeitura de Belém, o Ministério Público Federal e o Ministério Público do Estado do Pará assinaram hoje (22) um Termo de Ajuste de Conduta (Tac) para viabilizar o projeto do BRT, obra que está paralisada devido irregularidades no projeto original. Pelo acordo, as intervenções já iniciadas na avenida Almirante Barroso serão concluídas pela construtora Andrade Gutierrez para liberar o tráfego no local.

Obras do BRT na Almirante Barroso deverão ser concluídas para liberar o trânsito no local. Intervenções estão orçadas em R$ 30 milhões. (Foto: Tarso Sarraf/O Liberal)
De acordo com a prefeitura, a conclusão das intervenções já iniciadas deve custar R$ 30 milhões aos cofres públicos, com aporte de dinheiro da Caixa Econômica Federal. Todos os pagamentos e os documentos respectivos deverão ser enviados ao MPF para análise. Após essa etapa, o contrato com a construtora será rescindido para a realização de uma nova licitação em prazo máximo de 150 dias.

De acordo com o termo, a nova licitação terá que seguir a legislação brasileira para concorrências públicas e sanar as irregularidades já apontadas na Justiça Estadual e na Justiça Federal. A prefeitura terá ainda a obrigação de auditar os trechos da obra já realizados para verificar a qualidade da construção, encaminhando a documentação ao MP. Em contrapartida, o MPF e o MP do Estado concordam em encerrar os processos judiciais iniciados contra a obra pelas irregularidades.

Novo projeto
O projeto do BRT também terá que ser refeito, seguindo o conceito fundamental do Bus Rapid Transit, que é garantir maior e melhor mobilidade aos moradores da Região Metropolitana de Belém. Para isso, deverá respeitar a arborização urbana, ser confortável para os usuários e se integrar às várias formas de transporte que existem na cidade, assim como ao Projeto Ação Metrópole, do governo estadual, que abrange os outros municípios da RMB.

"O projeto do BRT iniciado pela prefeitura correspondia apenas e tão somente a um corredor de trânsito entre o Terminal de São Brás e o Terminal de Icoaraci, contrariando o conceito deste instrumento de transporte", diz um dos trechos do acordo.

O TAC prevê que o sistema seja um projeto de várias etapas com prazos e objetivos definidos desde o começo. Deve permitir à população o deslocamento integrado junto com todas as formas e modalidades de transporte, incluindo motocicletas, bicicletas a barcos.

O termo aponta também que a disposição de terminais e estações do BRT deve atender à demanda do perfil diário de viagens da cidade, com estações que sejam compatíveis com o número de usuários e as condições climáticas da capital, para garantir o conforto dos viajantes, o que não havia no projeto anterior.

Várias lacunas do projeto anterior já detectadas e terão que ser resolvidas. "Não havia previsão de local para construção de garagem para estacionamento dos ônibus, lavagem periódica, abastecimento, reparos e escritório administrativo do sistema; as ciclofaixas existentes nas avenidas Almirante Barroso e Augusto Montenegro foram ocupadas pela via exclusiva e não havia detalhamento quanto à localização ou largura delas após o término das obras; o projeto não trazia previsão sobre a possibilidade de uso da faixa exclusiva por ambulâncias e viaturas dos bombeiros", aponta o TAC.

Audiência pública
O novo projeto terá que ser discutido com os moradores da cidade em, no mínimo, três audiências públicas realizadas nas áreas do distrito de Icoaraci, Entroncamento e Centro expandido de Belém.

O Tac prevê ainda que todas as etapas do planejamento devem ser comunicadas ao MPF e ao MP do Estado e também à população, com a criação de canais de comunicação que dêem transparência às decisões técnicas e políticas sobre o projeto, a implantação e a operação do sistema. O prazo para a conclusão do projeto conceitual e do projeto básico é de 110 dias.

sábado, 16 de março de 2013

Empresas colocam ônibus com ar condicionado em Macapá

16/03/2013 - Fortalbus

As empresas Siãothur e Viação Macapá vão colocar nos próximos dias na linha Macapá – Santana dois ônibus executivos com ar condicionado. Será a primeira experiência desse tipo nesta linha e uma forma de garantir mais conforto e comodidade aos usuários do transporte coletivo.

A entrada dos veículos em circulação só depende da Ordem de Serviço da Secretaria de Estado dos Transportes (Setrap). Os ônibus terão padrão Euro5, – de carrocerias Volvo e Mascarello – e dotados – além do ar condicionado – de elevadores para cadeirantes, Box de Conveniência (com venda de balas, água mineral e refrigerante) e equipe uniformizada a rigor.

Como a circulação desses veículos despende custos adicionais, a tarifa será diferenciada e o pagamento somente em dinheiro. Os demais veículos que já circulam na linha Macapá – Santana, não sofrerão alteração da continuidade.


De acordo com o presidente do Setap, Décio Melo, a ideia é garantir que o cidadão já habituado a usar seu carro particular para o trajeto, possa experimentar o ônibus, contribuindo dessa forma para a redução de congestionamento e de emissão de gases poluentes.

Fonte: Corrêa Neto

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Transporte coletivo de Boa Vista não atende a demanda de passageiros

22/01/2013 - BV News

O transporte coletivo é o principal meio de transporte para muitas pessoas em Boa Vista. Cerca de 29 mil passageiros dependem desse serviço para se locomover entre trabalho, escola e outros destinos. Porém, a frota atual não atende a demanda com eficiência e a melhoria desse serviço é uma das metas da prefeita Teresa Sutita.


Entre os passageiros que utilizam o transporte coletivo 2.700 possuem gratuidade e 9.500 são estudantes. Atualmente, a empresa que presta serviços à Prefeitura dispõe de 75 veículos e 12 linhas em atividade, atendendo 53 bairros. Nos dias úteis os ônibus urbanos circulam com 100% de sua frota, com 6 veículos na reserva técnica. Aos sábados 40%, e nos domingos e feriados com 30 % da frota, ficando sempre o sobreaviso no caso de demanda de eventos relevantes.

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O presidente da Emhur Edgard Magalhães ressaltou que o projeto inclui um estudo minucioso para determinar a quantidade de pessoas que utilizam o transporte coletivo, táxi-lotação, horários de pico e rotas de ônibus.

"As melhorias no trânsito da capital incluem a organização do sistema de transporte coletivo e alternativo, oferecendo à população um serviço de qualidade que atenda às reais necessidades, assegurando as condições de mobilidade e acessibilidade urbana", afirmou Edgard.

Segundo o diretor interino de mobilidade urbana da Emhur, Natércio Dutra, a Prefeitura já está fazendo um estudo geral, sobre a situação de rotas, quantidade de veículos e a situação precária que eles se encontram. "Nosso objetivo é melhorar o transporte coletivo para as pessoas que dependem dele", disse Dutra.

A estudante Josinete Souza disse que a quantidade de veículos é baixa, refletindo no tempo de espera entre os ônibus da mesma linha. "Uso o transporte todos os dias para ir a universidade, e no horário de pico é um sufoco, demora muito. A situação atual que os coletivos se encontram também é ruim, estão velhos", lamentou.

Para a funcionária pública Rosa Sousa o transporte coletivo está abandonado. Ela afirma que a maioria dos veículos estão quebrados e não oferecem conforto. "Já passei por situações de estar indo para o trabalho e o ônibus quebrar no meio do trajeto. Isso é um absurdo, pagamos nossos impostos para ter direito a um transporte descente", falou.

Os veículos tem vida útil de 9 anos, um ônibus tradicional tem capacidade para 60 pessoas com assento para 30 usuários. Boa Vista possui apenas um veículo sanfonado, com capacidade ampliada para 120 lugares.

De 2001 a 2006, a quantidade de ônibus em circulação passou de 64 para 103 em Boa Vista, sendo 75 ônibus e 28 micro-ônibus. A capital era atendida por duas empresas. Veículos adaptados para cadeiras de rodas foram colocados em circulação e as empresas de ônibus adotaram o Boa Vista Card, bilhete eletrônico que substituiu o antigo vale-transporte.

Mobilidade e acessibilidade urbana

O projeto de mobilidade e acessibilidade urbana da capital prevê uma série de medidas e obras para facilitar a locomoção de pessoas com deficiências, melhorar o fluxo de veículos e reduzir a violência no trânsito.

Serão investidos na primeira etapa R$ 68 milhões, por meio de convênio com o Ministério das Cidades. Entre as medidas iniciais está o diagnóstico do fluxo de veículo nas principais avenidas da cidade, identificação dos pontos críticos do trânsito, estudo das rotas de transporte coletivo, levantamento sobre a necessidade de instalação de calçadas, meio-fio, abrigos e terminais de ônibus. Este trabalho deve ser concluído em até 60 dias.

"É um trabalho complexo, que possibilitará identificar e discutir soluções para uma série de problemas. O resultado será um novo conceito para o trânsito da capital", declarou a prefeita Teresa Surita.

A partir do diagnóstico da condição de mobilidade e acessibilidade da capital, a Prefeitura irá determinar as ações prioritárias. Entre as propostas já discutidas está a criação de pistas ou vias exclusivas para trânsito de motocicletas, instalação de ciclovias, organização do transporte coletivo, construção de novos abrigos de ônibus, calçadas com acessibilidade, criação de novas vias para escoar o fluxo de veículos e sinalização de trânsito.

Informações: BV News

Manaus e Curitiba revisam planos de mobilidade urbana para a Copa

Manaus e Curitiba revisam planos de mobilidade urbana para a Copa

21/01/2012 - Valor Econômico

O monotrilho e o BRT (Bus Rapid Transit, em inglês, sistema de corredores exclusivos para ônibus), de Manaus não vão mais sair a tempo de transportar os torcedores para assistir os jogos da Copa do Mundo de 2014.

A alternativa agora será o transporte por ônibus, com estrutura similar à adotada durante o carnaval da cidade, segundo alternativa apresentada pela Unidade Gestora do Projeto Copa do Amazonas. No Paraná, o plano de mobilidade de Curitiba está sendo revisto. Foi criada uma comissão que vai reavaliar os prazos e projetos que estão sendo executados para o evento.

Os dois principais projetos de transporte de massa de Manaus custariam R$ 1,5 bilhão e saíram das responsabilidades para a Copa a pedido do governo do Amazonas. As obras do monotrilho e do BRT continuam a ser executadas pelo governo estadual e devem receber verba do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) Mobilidade Urbana, que não tem exigência de conclusão até julho de 2014, como as obras previstas para o mundial.

Sem essas duas principais obras de mobilidade urbana, o governo do Amazonas e a Prefeitura de Manaus elaboraram novo plano operacional que prevê acesso dos torcedores à Arena da Amazônia majoritariamente por ônibus durante os jogos da Copa do Mundo de 2014.

O planejamento estima que 69% dos torcedores que irão à Arena da Amazônia terão acesso por transporte coletivo. Já os ônibus de agências de turismo e hotéis transportarão 20% dos espectadores. Os 11% restantes usarão carros particulares ou outros meios. O estádio terá capacidade para 42 mil torcedores e tem previsão de entrega para dezembro deste ano.

De acordo com o coordenador da Unidade Gestora do Projeto Copa (UGP COPA), Miguel Capobiango Neto, as ações previstas são semelhantes às desenvolvidas nos grandes eventos que ocorrem anualmente na região do estádio, onde também está localizado o Sambódromo e o ginásio Arena Amadeu Teixeira. "A exemplo do que ocorre no carnaval, Carnaboi e Boi Manaus, quando mais de 150 mil pessoas vão ao Sambódromo, o trânsito também será alterado para viabilizar o deslocamento do público", afirmou o coordenador.

Paraná

Já a Prefeitura de Curitiba instalou a Comissão de Revisão das Obras do PAC da Copa, que vai estudar a previsão de custos, o prazo e a qualidade de sete projetos de mobilidade urbana previstos para o mundial.

Entre as obras estão: corredor Aeroporto-Rodoferroviária; revitalização da Avenida Cândido de Abreu; corredor da Avenida Marechal Floriano Peixoto; Linha Verde Sul; reforma da Estação Rodoferroviária; ampliação do Terminal Santa Cândida; e implantação do Sistema Integrado de Mobilidade, que irá monitorar o trânsito na capital paranaense.

Segundo a assessoria de imprensa da Prefeitura de Curitiba, os relatórios serão entregues mensalmente para o novo prefeito da cidade, Gustavo Fruet (PDT), que vai revisar os projetos que devem ser executados até julho de 2014.

Por Guilherme Soares Dias | Valor Econômico

sábado, 19 de janeiro de 2013

BRT de Belém será entregue só no ano que vem

10/01/2013 - Diário do Pará

Ao longo da avenida Almirante Barroso, funcionários da prefeitura fazem ajustes e instalações nas plataformas de embarque e a fixação da tela de proteção da ciclovia

No trecho que compreende a avenida Augusto Montenegro, apenas os blocos de concreto, no trecho logo após o Entroncamento, dão indícios de que o projeto que corta as duas vias é um só. As obras do BRT (Bus Rapid Transit), projeto mais ambicioso e polêmico da prefeitura municipal de Belém, prosseguem tentando compensar atrasos.

Com a grande maioria dos funcionários e do maquinado da construtora Andrade Gutierrez, responsável pela obra, isolados no grande canteiro de obras do Entroncamento, a previsão mais otimista da prefeitura indica a conclusão do primeiro trecho do projeto até o final do próximo semestre. A informação inicial era de que, até o fim do último mês, os ônibus articulados e biarticulados já estariam circulando entre Entroncamento e São Brás.

De acordo com a assessoria de imprensa da Unidade de Gerenciamento de Projetos Especiais (UGPE) da Prefeitura Municipal de Belém, responsável pelas obras do BRT, os atrasos se deram por conta de "alguns transtornos". Em nota, a assessoria cita como exemplo o problema com a adutora da Cosanpa no Entroncamento, que obrigou a construtora a reposicionar o pilar de sustentação de um dos três elevados que estão sendo construídos na área. "As obras tiveram que ser remanejadas em função da prioridade da primeira parte da obras, que é a Almirante Barroso e o Entroncamento que era um grande 'gargalo' no trânsito da cidade. A previsão é que fiquem prontas no final de 2013", informa.

Agentes da Companhia de Transportes de Belém (CTBel) permanecem em trechos próximos ao Entroncamento orientando motoristas e pedestres, especialmente no início da avenida Augusto Montenegro, onde ocorreram mudanças recentes devido a interdição parcial da rotatória, impedindo o acesso de veículos que vêm no sentido São Brás/Pedro Álvares Cabral. Segundo a UGPE, 60% das oito paradas especiais do BRT já foram alocadas na avenida Almirante Barroso. "Devem ser instaladas até o final do ano, seguindo o cronograma das obras. No local, há vigilantes contratados pela empresa que realiza a obra", esclarece.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

BRT de Belém está sendo alvo de análise deixando obras paradas

08/01/2013 - Diário do Pará

Maisa Tobias, presidente da CTBel, disse que o contrato do BRT de Belém ainda está sendo analisado e discutido com o MPE. "Ainda não há prazo para a retomada da obras, pois elas dependem de outras medidas, como a questão das linhas alimentadoras do sistema", afirmou.


"Como a execução foi atropelada antes mesmo da concepção do sistema, precisamos agora reavaliá-lo. As medidas foram tomadas de maneira descompassada e vamos atuar nos ajustes", disse, informando que a CTBel vai atuar junto com o MPE numa análise do contrato "desde a sua elaboração e execução para podermos dar prosseguimento às obras".

Zenaldo Coutinho afirmou que a atual gestão quer avançar no BRT, mas com segurança e tranquilidade. "Já estamos cumprindo diligências solicitadas pelo Ministério Público Federal e vou assinar o mais rápido possível o convênio com o governo federal, que ainda não existe. Não podemos penalizar a população mais do que ela já foi com as obras na Almirante Barroso". Uma das primeiras medidas será a retirada das muretas colocadas ao longo da avenida, de acordo com pareceres técnicos da CTBel e MPE. "Não queremos parar as obras, mas avançar o mais rápido possível para que as obras atendam aos anseios da população".

A reportagem tentou contato com o ex-prefeito Duciomar Costa na noite de ontem para repercutir as colocações postas na reunião, mas não conseguiu localizá-lo. Tentou contactar ex-assessores e até o ex-coordenador de campanha do ex-prefeito, Yuseff Leitão, mas não obteve sucesso. O ex-vice-prefeito Anivaldo Vale também informou não ter o telefone do correligionário.

Porto Velho já conta com integração de ônibus

10/12/2012 - Página da Notícia

Já estão em funcionamento em Porto Velho os pontos de integração dos ônibus das linhas urbanas da capital. São 15 pontos localizados ao longo da avenida 07 de Setembro, na área comercial da cidade. Os pontos estão distribuídos no perímetro que vai da avenida Farquar até o início da Nações Unidas. A prefeitura iniciou uma campanha educativa junto aos usuários de transporte coletivo, colocando placas chamando a atenção do usuário de que ali existe um ponto de integração. Numa outra etapa, a população seráesclarecida sobre esse novo serviço, que é na verdade mais um benefício que o município disponibiliza à população.

Com o novo sistema, o passageiro agora pode pegar até dois ônibus de itinerários diferentes pagando apenas uma passagem. No entanto, a integração só pode ser feita de uma zona para outra. Deslocamentos para a mesma zona, mesmo que seja para outro bairro, não serão aceitos, de acordo com o que informou José Zacarias. "É importante destacar isso, a integração só funciona de zona para zona. Por exemplo, se eu venho da zona sul e quero me deslocar para a zona leste, eu desço na Sete de Setembro para fazer a integração pegando o ônibus que vai para o bairro da zona leste que pretendo ir, isso sem custo adicional. Agora para fazer a integração eu tenho que ter o cartão Leva Eu, porque o próprio sistema de bilhetagem eletrônica é que faz todo o processo", afirmou.

No caso, se o passageiro veio da zona sul e pretende voltar para a zona sul, ele terá que pagar outra passagem porque o sistema acusará que ele está se dirigindo para a mesma região da cidade. Já quando a integração é feita com ônibus que se dirigem para zonas diferentes, o sistema abre a catraca para usuário passar sem descontar a passagem. "Por isso pedimos que as pessoas que ainda não têm o cartão Leva Eu, que procurem a Semtran para adquirir o cartão e ter direito a esse benefício. Basta trazer os documentos pessoais, uma foto 3x4 e comprovante de residência, enfatizou José Zacarias, responsável pelas campanhas educacionais da Semtran.

Fonte: Página da Notícia

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

BRT de Belém deve ser concluído somente em 2014

29/12/2012 - O Liberal

As obras do Bus Rapid Transit (BRT) em Belém, que serão continuadas pelo prefeito eleito de Belém, Zenaldo Coutinho (PSDB), devem ser concluídas em 2014. Esta é a previsão do prefeito, que deverá iniciar, a partir do ano que vem, algumas mudanças técnicas em elementos do projeto para dar celeridade à obra e mais fluidez ao trânsito. Um estudo técnico para rever a execução de elementos do BRT já foi feito e aponta necessidade de algumas modificações, como a eliminação da proteção de concreto entre a pista do BRT e o asfalto.

O BRT pretende ser um ônibus articulado expresso, que diminua o tempo de viagem e garanta fluidez ao trânsito. Porém, com as muretas de concreto, hoje não existe área de ultrapassagem, o que atravancaria o sistema em caso de pane de um dos veículos. Segundo o prefeito, pelos estudos que tem sido feitos, as muretas apenas encarecem o quilômetro da obra. "A informação que nós temos, preliminar, é que cada quilômetro do BRT fica R$ 1 milhão mais caro por causa das muretas de concreto", aponta. Uma das alternativas seria a construção de uma tela de proteção próximo à ciclovia, impedindo a travessia e garantindo a segurança sem precisar das muretas.

Além da necessidade de remoção das muretas, outra alteração que deve ser feita, de acordo com os estudos técnicos, diz respeito às estações de passageiros. Hoje, não há recuo para que o ônibus pare e o fluxo continue na pista. "Se o BRT parar para pegar passageiros, também estanca. Não prepararam área recuada. Nós vamos ter que, infelizmente, refazer as estações", observa Zenaldo. O prefeito lembra ainda que será preciso implantar, junto ao BRT um sistema de controle que envolva sinalização, linhas alimentadoras, circulares de bairro e ainda o transporte intermodal, em um projeto integrado.