domingo, 31 de março de 2013

Palmas - TO

Foto:Marcelo Almirante. Março/2013.

sábado, 30 de março de 2013

Em Manaus, obras em paradas do Expresso incluem o BRT, diz SMTU

23/03/2013 - G1

A reforma dos terminais de ônibus pode não ser a única mudança na estrutura do transporte coletivo em Manaus para este semestre. O titular da Superintendência Municipal de Transportes Urbanos (SMTU), Pedro Carvalho, confirmou ao G1 que o órgão está finalizando um projeto de reparação das 51 paradas do antigo 'Expresso' – sistema de transporte idealizado na gestão do ex-prefeito de Manaus Alfredo Nascimento -, que deve ser entregue à Secretaria Municipal de Infraestrutura e Habitação (Seminfh) em breve. A reforma já visa a futura implantação do sistema Bus Rapid Transit (BRT).

Segundo Carvalho, a estrutura principal desses locais ainda está conservada. "Mesmo sem o BRT durante a Copa de 2014, queremos finalizar essa obra até lá. Não é apenas uma mudança estética. O transporte público tem o mobiliário, mas também conta com a parte operacional, que estamos trabalhando para recuperar", explicou o titular do SMTU, acrescentando que a reforma dos abrigos do 'Expresso' terá a duração de, no máximo, seis meses.

Sobre a segurança do local, colocada em pauta após a morte de uma jovem de 17 anos em novembro de 2012, o superintendente foi enfático. "Em dez anos, só tivemos esse acidente. Qualquer sistema de embarque, seja ele metrô, monotrilho ou ônibus, possui risco. No caso dessas paradas, elas estão totalmente sem manutenção e algumas não têm rampa. É isso o que vamos modificar", esclareceu.

Além dos abrigos do 'Expresso' e dos terminais de ônibus, reformas nas paradas de vidro e de telhas também estão nos planos do SMTU. Segundo Pedro Carvalho, a estimativa do custo é de aproximadamente R$ 12 milhões, o que representaria R$ 6 milhões para os terminais, R$ 4 milhões para os canteiros centrais e R$ 2 milhões para os abrigos de telha – as mais de 360 estruturas de vidro de Manaus são resultado de concessão e não custam à Prefeitura. "Queremos também colocar novos abrigos, embora tenha uma dificuldade de espaço na cidade", disse o titular do SMTU.

Em Manaus, obras em paradas do 'Expresso' incluem o BRT, diz SMTU

25/03/2013 - G1

A reforma dos terminais de ônibus pode não ser a única mudança na estrutura do transporte coletivo em Manaus para este semestre. O titular da Superintendência Municipal de Transportes Urbanos (SMTU), Pedro Carvalho, confirmou ao G1 que o órgão está finalizando um projeto de reparação das 51 paradas do antigo 'Expresso' – sistema de transporte idealizado na gestão do ex-prefeito de Manaus Alfredo Nascimento -, que deve ser entregue à Secretaria Municipal de Infraestrutura e Habitação (Seminfh) em breve. A reforma já visa a futura implantação do sistema Bus Rapid Transit (BRT).

Foto: Camila Henriques

Segundo Carvalho, a estrutura principal desses locais ainda está conservada. "Mesmo sem o BRT durante a Copa de 2014, queremos finalizar essa obra até lá. Não é apenas uma mudança estética. O transporte público tem o mobiliário, mas também conta com a parte operacional, que estamos trabalhando para recuperar", explicou o titular do SMTU, acrescentando que a reforma dos abrigos do 'Expresso' terá a duração de, no máximo, seis meses.

Sobre a segurança do local, colocada em pauta após a morte de uma jovem de 17 anos em novembro de 2012, o superintendente foi enfático. "Em dez anos, só tivemos esse acidente. Qualquer sistema de embarque, seja ele metrô, monotrilho ou ônibus, possui risco. No caso dessas paradas, elas estão totalmente sem manutenção e algumas não têm rampa. É isso o que vamos modificar", esclareceu.

Além dos abrigos do 'Expresso' e dos terminais de ônibus, reformas nas paradas de vidro e de telhas também estão nos planos do SMTU. Segundo Pedro Carvalho, a estimativa do custo é de aproximadamente R$ 12 milhões, o que representaria R$ 6 milhões para os terminais, R$ 4 milhões para os canteiros centrais e R$ 2 milhões para os abrigos de telha – as mais de 360 estruturas de vidro de Manaus são resultado de concessão e não custam à Prefeitura. "Queremos também colocar novos abrigos, embora tenha uma dificuldade de espaço na cidade", disse o titular do SMTU.

por Camila Henriques
Do G1 AM

sexta-feira, 29 de março de 2013

BRT Belém terá primeira etapa pronta em agosto de 2013

26/03/2013 - ORM

A primeira etapa do BRT Belém, que vai do bairro de São Braz até o Entroncamento, correspondendo a 20% do projeto total, deverá ser concluída até o mês de agosto deste ano; já a obra integral deverá ser entregue até 2016, disse o prefeito de Belém, Zenaldo Coutinho, na tarde desta segunda-feira (25), em um hotel localizado no centro da cidade, onde participou de uma reunião da Frente Nacional dos Prefeitos.


A obra, que custará cerca de R$ 500 milhões, já recebeu investimento de R$ 314 milhões da Caixa Econômica Federal, deverá contar com mais R$ 100 milhões do Orçamento Geral da União e R$ 82 milhões da Prefeitura.

Segundo o prefeito tucano, o Ministério Público Federal, Ministério Público Estadual e Caixa Econômica Federal se unificaram para dar continuidade ao trabalho iniciado na gestão anterior. Depois da parceria, o projeto do BRT foi ampliado e agora será integrado ao projeto 'Ação Metrópole', do governo do estado, e terá a integração de várias modalidades de transporte, como o fluvial.

A segunda etapa do projeto, que vai do Entroncamento à orla de Icoaraci e de São Braz até o Ver-o-Peso, corresponde a 80% da empreitada.

Ache Belém com informações do ORM

sábado, 23 de março de 2013

Assinado acordo para viabilizar BRT em Belém

22/03/2013 - G1 PA

A Prefeitura de Belém, o Ministério Público Federal e o Ministério Público do Estado do Pará assinaram hoje (22) um Termo de Ajuste de Conduta (Tac) para viabilizar o projeto do BRT, obra que está paralisada devido irregularidades no projeto original. Pelo acordo, as intervenções já iniciadas na avenida Almirante Barroso serão concluídas pela construtora Andrade Gutierrez para liberar o tráfego no local.

Obras do BRT na Almirante Barroso deverão ser concluídas para liberar o trânsito no local. Intervenções estão orçadas em R$ 30 milhões. (Foto: Tarso Sarraf/O Liberal)
De acordo com a prefeitura, a conclusão das intervenções já iniciadas deve custar R$ 30 milhões aos cofres públicos, com aporte de dinheiro da Caixa Econômica Federal. Todos os pagamentos e os documentos respectivos deverão ser enviados ao MPF para análise. Após essa etapa, o contrato com a construtora será rescindido para a realização de uma nova licitação em prazo máximo de 150 dias.

De acordo com o termo, a nova licitação terá que seguir a legislação brasileira para concorrências públicas e sanar as irregularidades já apontadas na Justiça Estadual e na Justiça Federal. A prefeitura terá ainda a obrigação de auditar os trechos da obra já realizados para verificar a qualidade da construção, encaminhando a documentação ao MP. Em contrapartida, o MPF e o MP do Estado concordam em encerrar os processos judiciais iniciados contra a obra pelas irregularidades.

Novo projeto
O projeto do BRT também terá que ser refeito, seguindo o conceito fundamental do Bus Rapid Transit, que é garantir maior e melhor mobilidade aos moradores da Região Metropolitana de Belém. Para isso, deverá respeitar a arborização urbana, ser confortável para os usuários e se integrar às várias formas de transporte que existem na cidade, assim como ao Projeto Ação Metrópole, do governo estadual, que abrange os outros municípios da RMB.

"O projeto do BRT iniciado pela prefeitura correspondia apenas e tão somente a um corredor de trânsito entre o Terminal de São Brás e o Terminal de Icoaraci, contrariando o conceito deste instrumento de transporte", diz um dos trechos do acordo.

O TAC prevê que o sistema seja um projeto de várias etapas com prazos e objetivos definidos desde o começo. Deve permitir à população o deslocamento integrado junto com todas as formas e modalidades de transporte, incluindo motocicletas, bicicletas a barcos.

O termo aponta também que a disposição de terminais e estações do BRT deve atender à demanda do perfil diário de viagens da cidade, com estações que sejam compatíveis com o número de usuários e as condições climáticas da capital, para garantir o conforto dos viajantes, o que não havia no projeto anterior.

Várias lacunas do projeto anterior já detectadas e terão que ser resolvidas. "Não havia previsão de local para construção de garagem para estacionamento dos ônibus, lavagem periódica, abastecimento, reparos e escritório administrativo do sistema; as ciclofaixas existentes nas avenidas Almirante Barroso e Augusto Montenegro foram ocupadas pela via exclusiva e não havia detalhamento quanto à localização ou largura delas após o término das obras; o projeto não trazia previsão sobre a possibilidade de uso da faixa exclusiva por ambulâncias e viaturas dos bombeiros", aponta o TAC.

Audiência pública
O novo projeto terá que ser discutido com os moradores da cidade em, no mínimo, três audiências públicas realizadas nas áreas do distrito de Icoaraci, Entroncamento e Centro expandido de Belém.

O Tac prevê ainda que todas as etapas do planejamento devem ser comunicadas ao MPF e ao MP do Estado e também à população, com a criação de canais de comunicação que dêem transparência às decisões técnicas e políticas sobre o projeto, a implantação e a operação do sistema. O prazo para a conclusão do projeto conceitual e do projeto básico é de 110 dias.

sábado, 16 de março de 2013

Empresas colocam ônibus com ar condicionado em Macapá

16/03/2013 - Fortalbus

As empresas Siãothur e Viação Macapá vão colocar nos próximos dias na linha Macapá – Santana dois ônibus executivos com ar condicionado. Será a primeira experiência desse tipo nesta linha e uma forma de garantir mais conforto e comodidade aos usuários do transporte coletivo.

A entrada dos veículos em circulação só depende da Ordem de Serviço da Secretaria de Estado dos Transportes (Setrap). Os ônibus terão padrão Euro5, – de carrocerias Volvo e Mascarello – e dotados – além do ar condicionado – de elevadores para cadeirantes, Box de Conveniência (com venda de balas, água mineral e refrigerante) e equipe uniformizada a rigor.

Como a circulação desses veículos despende custos adicionais, a tarifa será diferenciada e o pagamento somente em dinheiro. Os demais veículos que já circulam na linha Macapá – Santana, não sofrerão alteração da continuidade.


De acordo com o presidente do Setap, Décio Melo, a ideia é garantir que o cidadão já habituado a usar seu carro particular para o trajeto, possa experimentar o ônibus, contribuindo dessa forma para a redução de congestionamento e de emissão de gases poluentes.

Fonte: Corrêa Neto